A arte de se aventurar

Era uma vez uma jovem de 11 anos de idade, era uma garota tímida, mimada, fresca e enjoada, que não estava nem ai com a natureza, nem com os amigos. Certo dia começou a se sentir sozinha, triste, mas com uma vontade imensa de se aventurar, foi nesse instante que percebeu que o sangue em sua veia era todo camuflado. Quando conversava com seu único amigo, ele sugeriu  a hipótese dela entrar para o movimento escoteiro. Mas para ela escotismo era coisa de quem não tinha o que fazer, para ela os escoteiros eram um bando de loucos sem cultura, recusou o convite e falou que era melhor ficar no computador do que ir nos escoteiros. Dias passaram e em um sábado ensolarado não havia ninguem online no msn para conversar, e foi ai que ela percebeu que o computador não a leva a diversão nenhuma.
Imediatamente ligou para o amigo dela e resolveu aceitar o convite. Quando chegou na sede de escoteiros. Ficou surpreendida, viu tanta coisa que era seu sonho realizar, tirolesa, rapel, arvorismo, amigos de verdade, união, seu sonho de consumo que um computador e uma internet não fornecem. 
E foi aprendendo e errando, que ela percebeu que escotismo não é coisa de gente sem cultura, de um bando de loucos, e de quem não tem nada para fazer. Pelo contrario escotismo é pra quem tem tempo disposto a ajudar os outros, praticar boas ações, ser leal, fazer provas, ir acampar sem temer chuva ou vendo, fazer jornadas, mostrar que somos guerreiros e temos honra, jamais falarei mal do escotismo, e agradeço a Baden Powell por ter criado um movimento tão exemplar. Mais escoteiros, melhores cidadãos.



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